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	<title>Poemas e Poesias</title>
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		<title>Desamor</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 18:10:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Poemas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desamor]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas Desamor]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[É crime não me amares como eu te amo,
Não escutares os versos que te declamo…
Ignorares a minha essência de mulher
Madura, que sabe o que quer.
É pecado continuares a agir assim,
Quase zombando de mim,
Que te dedico todo o meu amor,
E que transformas apenas em dor.
É loucura agora a minha vida,
Senti-la assim meia perdida.
Deitar ao vento tanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É crime não me amares como eu te amo,<br />
Não escutares os versos que te declamo…<br />
Ignorares a minha essência de mulher<br />
Madura, que sabe o que quer.</p>
<p>É pecado continuares a agir assim,<br />
Quase zombando de mim,<br />
Que te dedico todo o meu amor,<br />
E que transformas apenas em dor.</p>
<p>É loucura agora a minha vida,<br />
Senti-la assim meia perdida.<br />
Deitar ao vento tanto querer,<br />
E pedir a Deus que acabe com este sofrer.</p>
<p>É uma verdadeira insanidade,<br />
Talvez até pura maldade<br />
Desejar-te tanto mal agora,<br />
Voltar-te as costas e ir embora&#8230;</p>
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		<title>AMOR DE TARDE</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 18:07:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Poemas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mario Benedetti]]></category>
		<category><![CDATA[Mario Benedetti Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[AMOR DE TARDE
(Mario Benedetti)
É uma pena você não estar comigo
quando olho o relógio e já são quatro
e termino a planilha e penso dez minutos
e estico as pernas como todas as tardes
e faço assim com os ombros para relaxar as costas
e estalo os dedos e arranco mentiras.
É uma pena você não estar comigo
quando olho o relógio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>AMOR DE TARDE<br />
(Mario Benedetti)</p>
<p>É uma pena você não estar comigo<br />
quando olho o relógio e já são quatro<br />
e termino a planilha e penso dez minutos<br />
e estico as pernas como todas as tardes<br />
e faço assim com os ombros para relaxar as costas<br />
e estalo os dedos e arranco mentiras.</p>
<p>É uma pena você não estar comigo<br />
quando olho o relógio e já são cinco<br />
e eu sou uma manivela que calcula juros<br />
ou duas mãos que pulam sobre quarenta teclas<br />
ou um ouvido que escuta como ladra o telefone<br />
ou um tipo que faz números e lhes arranca verdades.</p>
<p>É uma pena você não estar comigo<br />
quando olho o relógio e já são seis.<br />
Você podia chegar de repente<br />
e dizer &#8220;e aí?&#8221; e ficaríamos<br />
eu com a mancha vermelha dos seus lábios<br />
você com o risco azul do meu carbono.</p>
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		<title>Contemplo o lago mudo</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 17:59:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Poemas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fernando Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Pessoa Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[Contemplo o lago mudo
Que uma brisa estremece.
Não sei se penso em tudo
Ou se tudo me esquece.
O lago nada me diz,
Não sinto a brisa mexê-lo
Não sei se sou feliz
Nem se desejo sê-lo. 
Trêmulos vincos risonhos
Na água adormecida.
Por que fiz eu dos sonhos
A minha única vida? 
Fernando Pessoa
Poemas:Os teus pésDurmo, cheio de nada, e amanhãPoema de AmorPoema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Contemplo o lago mudo<br />
Que uma brisa estremece.<br />
Não sei se penso em tudo<br />
Ou se tudo me esquece.<br />
O lago nada me diz,<br />
Não sinto a brisa mexê-lo<br />
Não sei se sou feliz<br />
Nem se desejo sê-lo. </p>
<p>Trêmulos vincos risonhos<br />
Na água adormecida.<br />
Por que fiz eu dos sonhos<br />
A minha única vida? </p>
<p>Fernando Pessoa</p>
<div id="crp_related"><h3>Poemas:</h3><ul><li><a href="http://poemasepoesias.net/os-teus-pes/" rel="bookmark" class="crp_title">Os teus pés</a></li><li><a href="http://poemasepoesias.net/durmo-cheio-de-nada-e-amanha/" rel="bookmark" class="crp_title">Durmo, cheio de nada, e amanhã</a></li><li><a href="http://poemasepoesias.net/poema-de-amor/" rel="bookmark" class="crp_title">Poema de Amor</a></li><li><a href="http://poemasepoesias.net/poema-de-amor-neruda/" rel="bookmark" class="crp_title">Poema de Amor Neruda</a></li><li><a href="http://poemasepoesias.net/poemas-de-amizade/" rel="bookmark" class="crp_title">Poemas de Amizade</a></li></ul></div>]]></content:encoded>
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		<title>Encostei-me Para Trás Na Cadeira do Convés</title>
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		<comments>http://poemasepoesias.net/encostei-me-para-tras-na-cadeira-do-conves/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 17:57:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Poemas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fernando Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Pessoa Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[Encostei-me para trás na cadeira de convés e fechei os olhos,
E o meu destino apareceu-me na alma como um precipício.
A minha vida passada misturou-se com a futura,
E houve no meio um ruído do salão de fumo,
Onde, aos meus ouvidos, acabara a partida de xadrez. 
Ah, balouçado
Na sensação das ondas,
Ah, embalado
Na ideia tão confortável de hoje [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Encostei-me para trás na cadeira de convés e fechei os olhos,<br />
E o meu destino apareceu-me na alma como um precipício.<br />
A minha vida passada misturou-se com a futura,<br />
E houve no meio um ruído do salão de fumo,<br />
Onde, aos meus ouvidos, acabara a partida de xadrez. </p>
<p>Ah, balouçado<br />
Na sensação das ondas,<br />
Ah, embalado<br />
Na ideia tão confortável de hoje ainda não ser amanhã,<br />
De pelo menos neste momento não ter responsabilidades nenhumas,<br />
De não ter personalidade propriamente, mas sentir-me ali,<br />
Em cima da cadeira como um livro que a sueca ali deixasse. </p>
<p>Ah, afundado<br />
Num torpor da imaginação, sem dúvida um pouco sono,<br />
Irrequieto tão sossegadamente,<br />
Tão análogo de repente à criança que fui outrora<br />
Quando brincava na quinta e não sabia álgebra,<br />
Nem as outras álgebras com x e y&#8217;s de sentimento. </p>
<p>Ah, todo eu anseio<br />
Por esse momento sem importância nenhuma<br />
Na minha vida,<br />
Ah, todo eu anseio por esse momento, como por outros análogos Â—<br />
Aqueles momentos em que não tive importância nenhuma,<br />
Aqueles em que compreendi todo o vácuo da existência sem inteligência para o<br />
Compreender<br />
E havia luar e mar e a solidão, ó Álvaro.</p>
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		<title>Durmo, cheio de nada, e amanhã</title>
		<link>http://poemasepoesias.net/durmo-cheio-de-nada-e-amanha/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 17:55:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Poemas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fernando Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Pessoa Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[Durmo, cheio de nada, e amanhã
é, em meu coração,
Qualquer coisa sem ser, pública e vã
Dada a um público vão.
O sono! este mistério entre dois dias
Que traz ao que não dorme
À terra que de aqui visões nuas, vazias,
Num outro mundo enorme.
O sono! que cansaço me vem dar
O que não mais me traz
Que uma onda lenta, sempre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durmo, cheio de nada, e amanhã<br />
é, em meu coração,<br />
Qualquer coisa sem ser, pública e vã<br />
Dada a um público vão.<br />
O sono! este mistério entre dois dias<br />
Que traz ao que não dorme<br />
À terra que de aqui visões nuas, vazias,<br />
Num outro mundo enorme.</p>
<p>O sono! que cansaço me vem dar<br />
O que não mais me traz<br />
Que uma onda lenta, sempre a ressacar,<br />
Sobre o que a vida faz ?!</p>
<p>Fernando Pessoa</p>
<div id="crp_related"><h3>Poemas:</h3><ul><li><a href="http://poemasepoesias.net/poema-de-amor/" rel="bookmark" class="crp_title">Poema de Amor</a></li><li><a href="http://poemasepoesias.net/poema-de-amor-neruda/" rel="bookmark" class="crp_title">Poema de Amor Neruda</a></li><li><a href="http://poemasepoesias.net/encostei-me-para-tras-na-cadeira-do-conves/" rel="bookmark" class="crp_title">Encostei-me Para Trás Na Cadeira do Convés</a></li><li><a href="http://poemasepoesias.net/contemplo-o-lago-mudo/" rel="bookmark" class="crp_title">Contemplo o lago mudo</a></li><li><a href="http://poemasepoesias.net/afinidade/" rel="bookmark" class="crp_title">Afinidade</a></li></ul></div>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>O Vento na Ilha</title>
		<link>http://poemasepoesias.net/o-vento-na-ilha-2/</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 05:22:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Poemas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pablo Neruda]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas Neruda]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[O vento é um cavalo
Ouça como ele corre
Pelo mar, pelo céu.
Quer me levar: escuta
como recorre ao mundo
para me levar para longe.
Me esconde em teus braços
por somente esta noite,
enquanto a chuva rompe
contra o mar e a terra
sua boca inumerável.
Escuta como o vento
me chama calopando
para me levar para longe.
Com tua frente a minha frente,
com tua boca em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O vento é um cavalo<br />
Ouça como ele corre<br />
Pelo mar, pelo céu.<br />
Quer me levar: escuta<br />
como recorre ao mundo<br />
para me levar para longe.</p>
<p>Me esconde em teus braços<br />
por somente esta noite,<br />
enquanto a chuva rompe<br />
contra o mar e a terra<br />
sua boca inumerável.</p>
<p>Escuta como o vento<br />
me chama calopando<br />
para me levar para longe.</p>
<p>Com tua frente a minha frente,<br />
com tua boca em minha boca,<br />
atados nossos corpos<br />
ao amor que nos queima,<br />
deixa que o vento passe<br />
sem que possa me levar.</p>
<p>Deixa que o vento corra<br />
coroado de espuma,<br />
que me chame e me busque<br />
galopandanto eu, emergido<br />
debaixo teus grandes olhos,<br />
por somente esta noite </p>
<p>descansarei, amor meu.</p>
<p><a href="http://poemasepoesias.net">Pablo Neruda</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Frases Pablo Neruda</title>
		<link>http://poemasepoesias.net/frases-pablo-neruda/</link>
		<comments>http://poemasepoesias.net/frases-pablo-neruda/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 05:16:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Poemas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pablo Neruda]]></category>
		<category><![CDATA[Pablo Neruda Frases]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[Pablo Neruda Frases
A verdade é que não há verdade.
Pablo Neruda
A poesia tem comunicação secreta com o sofrimento do homem.
Pablo Neruda
Os poetas odeiam o ódio e fazem guerra à guerra.
Pablo Neruda
Saudade é solidão acompanhada,
é quando o amor ainda não foi embora,
mas o amado já&#8230;
Pablo Neruda
Poemas:Poemas de AmizadePoesia AmorFrases AmigosPoesia de AmorPablo Neruda]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Pablo Neruda Frases</h2>
<p>A verdade é que não há verdade.<br />
Pablo Neruda</p>
<p>A poesia tem comunicação secreta com o sofrimento do homem.<br />
Pablo Neruda</p>
<p>Os poetas odeiam o ódio e fazem guerra à guerra.<br />
Pablo Neruda</p>
<p>Saudade é solidão acompanhada,<br />
é quando o amor ainda não foi embora,<br />
mas o amado já&#8230;<br />
Pablo Neruda</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Pablo Neruda Morre Lentamente</title>
		<link>http://poemasepoesias.net/pablo-neruda-morre-lentamente/</link>
		<comments>http://poemasepoesias.net/pablo-neruda-morre-lentamente/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 05:14:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Poemas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pablo Neruda]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas Neruda]]></category>
		<category><![CDATA[Pablo Neruda Morre Lentamente]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem Morre ?
Morre lentamente
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente
quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente
quem evita uma paixão,
quem prefere o preto no branco
e os pingos sobre os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Quem Morre ?</h2>
<p><strong>Morre lentamente</strong><br />
quem se transforma em escravo do hábito,<br />
repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca<br />
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.<br />
Morre lentamente<br />
quem faz da televisão o seu guru.<br />
Morre lentamente<br />
quem evita uma paixão,<br />
quem prefere o preto no branco<br />
e os pingos sobre os &#8220;is&#8221; em detrimento de um redemoinho de emoções,<br />
justamente as que resgatam o brilho dos olhos,<br />
sorrisos dos bocejos,<br />
corações aos tropeços e sentimentos.<br />
Morre lentamente<br />
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,<br />
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,<br />
quem não se permite pelo menos uma vez na vida,<br />
fugir dos conselhos sensatos.<br />
Morre lentamente<br />
quem não viaja,<br />
quem não lê,<br />
quem não ouve música,<br />
quem não encontra graça em si mesmo.<br />
Morre lentamente<br />
quem destrói o seu amor-próprio,<br />
quem não se deixa ajudar.<br />
Morre lentamente,<br />
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte<br />
ou da chuva incessante.<br />
Morre lentamente,<br />
quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,<br />
não pergunta sobre um assunto que desconhece<br />
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe. </p>
<p>Evitemos a morte em doses suaves,<br />
recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior<br />
que o simples fato de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos<br />
um estágio esplêndido de felicidade.</p>
<div id="crp_related"><h3>Poemas:</h3><ul><li><a href="http://poemasepoesias.net/afinidade/" rel="bookmark" class="crp_title">Afinidade</a></li><li><a href="http://poemasepoesias.net/pablo-neruda/" rel="bookmark" class="crp_title">Pablo Neruda</a></li><li><a href="http://poemasepoesias.net/poemas-para-familia/" rel="bookmark" class="crp_title">Poemas para Familia</a></li><li><a href="http://poemasepoesias.net/poema-de-amor-neruda-2/" rel="bookmark" class="crp_title">Poema de amor &#8211; Neruda</a></li><li><a href="http://poemasepoesias.net/os-teus-pes/" rel="bookmark" class="crp_title">Os teus pés</a></li></ul></div>]]></content:encoded>
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		<title>Pablo Neruda</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 05:12:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Poemas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Poemas e Poesias

Pablo Neruda (Parral, 12 de Julho de 1904 — Santiago, 23 de Setembro de 1973) foi um poeta chileno.
Foi um dos mais importantes poetas da língua castelhana do século XX, e cônsul do Chile na Espanha (1934 — 1938) e no México.
Pablo Neruda Biografia
Pablo Neruda nasceu em Parral, em 14 de julho de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Poemas e Poesias</h2>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-65" title="foto-pablo-neruda" src="http://poemasepoesias.net/wp-content/uploads/2010/02/foto-pablo-neruda.jpg" alt="" width="250" height="197" /></p>
<p><strong>Pablo Neruda</strong> (Parral, 12 de Julho de 1904 — Santiago, 23 de Setembro de 1973) foi um poeta chileno.</p>
<p>Foi um dos mais importantes poetas da língua castelhana do século XX, e cônsul do Chile na Espanha (1934 — 1938) e no México.</p>
<h2>Pablo Neruda Biografia</h2>
<p>Pablo Neruda nasceu em Parral, em 14 de julho de 1904, como Ricardo Eliezer Neftalí Reyes Basoalto. Era filho de José del Carmen Reyes Morales, um operário ferroviário, e de Rosa Basoalto Opazo, professora primária, morta quando Neruda tinha apenas um mês de vida. Ainda adolescente adotou o pseudônimo de Pablo Neruda (inspirado no escritor checo Jan Neruda), que utilizaria durante toda a vida, tornando-se seu nome legal, após ação de modificação do nome civil.</p>
<p>Em 1906 seu pai se transferiu para Temuco, onde se casou com Trinidad Candia Marverde, que o poeta menciona em diversos textos, como &#8220;Confesso que vivi&#8221; e &#8220;Memorial de Ilha Negra&#8221;, como o nome de Mamadre. Estudou no Liceu de Homens dessa cidade e ali publicou seus primeiros poemas no periódico regional A Manhã. Em 1919 obteve o terceiro lugar nos Jogos Florais de Maule com o poema Noturno Ideal.</p>
<p>Em 1921 radicou-se em Santiago e estudou pedagogia em francês na Universidade do Chile, obtendo o primeiro prêmio da festa da primavera com o poema &#8220;A Canção de Festa&#8221;, publicado posteriormente na revista Juventude. Em 1923 publica Crespusculário, que é reconhecido por escritores como Alone, Raúl Silva Castro e Pedro Prado. No ano seguinte aparece pela Editorial Nascimento seus Vinte poemas de amor e uma canção desesperada, no que ainda se nota uma influência do modernismo. Posteriormente se manifesta um propósito de renovação formal de intenção vanguardista em três breves livros publicados em 1936: O habitante e sua esperança, Anéis (em colaboração com Tomás Lagos) e Tentativa do homem infinito.</p>
<p>Em 1927 começa sua longa carreira diplomática quando é nomeado cônsul em Rangum, na Birmânia. Em suas múltiplas viagens conhece em Buenos Aires Frederico Garcia Lorca e, em Barcelona, Rafael Alberti. Em 1935, Manuel Altolaguirre entrega a Neruda a direção da revista Cavalo verde para a poesia na qual é companheiro dos poetas da geração de 1927. Nesse mesmo ano aparece a edição madrilenha de Residência na terra.</p>
<p>Em 1936, eclode a Guerra Civil espanhola; Neruda é destituído do cargo consular e escreve Espanha no coração. Em 1945 é eleito senador e obtém o Prêmio Nacional de Literatura. No mesmo ano, lê para mais de 100 mil pessoas no Estádio do Pacaembu em homenagem ao líder comunista Luís Carlos Prestes. Em 1950 publica Canto Geral, em que sua poesia adota intenção social, ética e política. Em 1952 publica Os Versos do Capitão e em 1954 As uvas e o vento e Odes Elementares.</p>
<p>Em 1953 constrói sua casa em Santiago, apelidada de &#8220;La Chascona&#8221;, para se encontrar clandestinamente com sua amante Matilde, a quem havia dedicado Os Versos do Capitão. A casa foi uma de suas três casas no Chile, as outras estão em Isla Negra e Valparaíso. &#8220;La Chascona&#8221; é um museu com objetos de Neruda e pode ser visitada, em Santiago. No mesmo ano, recebeu o Prêmio Lênin da Paz.</p>
<p>Em 1958 apareceu Estravagario com uma nova mudança em sua poesia. Em 1965 lhe foi outorgado o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Oxford, Grã-Bretanha. Em outubro de 1971 recebeu o Nobel de Literatura. Após o prêmio, Neruda é convidado por Salvador Allende para ler para mais de 70 mil pessoas no Estadio Nacional de Chile.</p>
<p>Morreu em Santiago em 23 de setembro de 1973, de câncer na próstata. Postumamente foram publicadas suas memórias em 1974, com o título &#8220;Confesso que vivi&#8221; .</p>
<p>Em 1994 um filme chamado Il Postino (também conhecido como O Carteiro e O Poeta ou O Carteiro de Pablo Neruda no Brasil e em Portugal) conta sua história na Isla Negra no Chile com sua terceira mulher Matilde. No filme Neruda torna-se amigo de um carteiro que lhe pede para ensinar a escrever versos (para poder conquistar uma bonita moça do povoado).</p>
<p>Durante as eleições presidenciais do Chile nos anos 70, Neruda abriu mão de sua candidatura para que Allende vencesse, pois ambos eram marxistas e acreditavam numa América Latina mais justa o que, a seu ver, poderia ocorrer com o socialismo. De acordo com Isabel Allende, em seu livro Paula, Neruda morreu de &#8220;tristeza&#8221; em setembro de 1973, ao ver dissolvido o governo de Allende.</p>
<h2><span id="Obra" class="mw-headline">Obra</span></h2>
<ul>
<li>Crepusculario. Santiago, Ediciones Claridad, 1923.</li>
<li>Veinte poemas de amor y una canción desesperada. Santiago, Nascimento, 1924.</li>
<li>Tentativa del hombre infinito. Santiago, Nascimento, 1926.</li>
<li>El habitante y su esperanza. Novela. Santiago, Nascimento, 1926. (prosa)</li>
<li>Residencia en la tierra (1925-1931). Madrid, Ediciones del Arbol, 1935.</li>
<li>España en el corazón. Himno a las glorias del pueblo en la guerra: (1936- 1937). Santiago, Ediciones Ercilla, 1937.</li>
<li>Tercera residencia (1935-1945). Buenos Aires, Losada, 1947.</li>
<li>Canto general. México, Talleres Gráficos de la Nación, 1950.</li>
<li>Todo el amor. Santiago, Nascimento, 1953.</li>
<li>Odas elementales. Buenos Aires, Losada, 1954.</li>
<li>Nuevas odas elementales. Buenos Aires, Losada, 1955.</li>
<li>Tercer libro de las odas. Buenos Aires, Losada, 1957.</li>
<li>Estravagario. Buenos Aires, Losada, 1958.</li>
<li>Cien sonetos de amor (Cem Sonetos de Amor). Santiago, Ed. Universitaria, 1959.</li>
<li>Navegaciones y regresos. Buenos Aires, Losada, 1959.</li>
<li>Poesías: Las piedras de Chile. Buenos Aires, Losada, 1960.</li>
<li>Cantos ceremoniales. Buenos Aires, Losada, 1961.</li>
<li>Memorial de Isla Negra. Buenos Aires, Losada, 1964. 5 vols.</li>
<li>Arte de pájaros. Santiago, Ediciones Sociedad de Amigos del Arte Contemporáneo, 1966.</li>
<li>Fulgor y muerte de Joaquín Murieta. Bandido chileno injusticiado en California el 23 de julio de 1853. Santiago, Zig-Zag, 1967. (obra teatral)</li>
<li>La Barcaola. Buenos Aires, Losada, 1967.</li>
<li>Las manos del día. Buenos Aires, Losada, 1968.</li>
<li>Fin del mundo. Santiago, Edición de la Sociedad de Arte Contemporáneo, 1969.</li>
<li>Maremoto. Santiago, Sociedad de Arte Contemporáneo, 1970.</li>
<li>La espada encendida. Buenos Aires, Losada, 1970.</li>
<li>Discurso de Stockholm. Alpigrano, Italia, A. Tallone, 1972.</li>
<li>Invitación al Nixonicidio y alabanza de la revolución chilena. Santiago, Empresa Editora Nacional Quimantú, 1973.</li>
<li>Libro de las preguntas. Buenos Aires, Losada, 1974.</li>
<li>Jardín de invierno. Buenos Aires, Losada, 1974.</li>
<li>Confieso que he vivido. Memorias. Barcelona, Seix Barral, 1974. (autobiografía)</li>
<li>Para nacer he nacido. Barcelona, Seix Barral, 1977.</li>
<li>El río invisible. Poesía y prosa de juventud. Barcelona, Seix Barral, 1980.</li>
<li>Obras completas. 3a. ed. aum. Buenos Aires, Losada, 1967. 2 vols.</li>
</ul>
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		<title>Gabriela Mistral</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 05:01:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Poemas e Poesias
Gabriela Mistral, pseudónimo escolhido de Lucila de María del Perpetuo Socorro Godoy Alcayaga (Vicuña, 7 de abril de 1889 — Nova Iorque, 10 de janeiro de 1957), foi uma poetisa, educadora, diplomata e feminista chilena.
Foi agraciada com o Nobel de Literatura de 1945.
Os temas centrais nos seus poemas são o amor, o amor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Poemas e Poesias</h2>
<p>Gabriela Mistral, pseudónimo escolhido de Lucila de María del Perpetuo Socorro Godoy Alcayaga (Vicuña, 7 de abril de 1889 — Nova Iorque, 10 de janeiro de 1957), foi uma poetisa, educadora, diplomata e feminista chilena.</p>
<p>Foi agraciada com o Nobel de Literatura de 1945.</p>
<p>Os temas centrais nos seus poemas são o amor, o amor de mãe, memórias pessoais dolorosas e mágoa e recuperação. Lucíla nasceu na cidade de Vicuña, Chile, em 7 de abril de 1889. Seu pai abandonou a família quando Lucíla completou três anos de idade. A mãe de Lucila faleceu no ano de 1929 e a escritora lhe dedicou a primeira parte de seu livro Tala, a que chamou: Muerte de mi Madre. Educada em sua cidade natal, começou a trabalhar como professora primária (1904) e ganhou renome ao vencer os Juegos Florales de Santiago (1914) com Sonetos de La muerte, sob o pseudônimo de Gabriela Mistral,cuja escolha deu-se em homenagem aos seus poetas prediletos: o italiano Gabriele D&#8217;Annunzio e o provençal Frédéric Mistral.</p>
<p>Em 1922 é convidada pelo Ministério da Educação do México a trabalhar nos planos de reforma educacional daquele país. O Prêmio Nobel transformou-a em figura de destaque na literatura internacional e a levou a viajar por todo o mundo e representar seu país em comissões culturais das Nações Unidas, até falecer em Hempstead, estado de Nova Iorque, nos Estados Unidos.</p>
<p>A notoriedade a obrigou a abandonar o ensino para desempenhar diversos cargos diplomáticos na Europa. Tida como um exemplo de honestidade moral e intelectual e movida por um profundo sentimento religioso, a tragédia do suicídio do noivo (1907) marcou toda a sua poesia com um forte sentimento de carinho maternal, principalmente nos seus poemas em relação às crianças. Em sua obra aparecem como temas recorrentes: o amor pelos humildes, um interesse mais amplo por toda a humanidade.</p>
<p>Entre suas mais significativas obras podemos destacar:</p>
<ul>
<li>Sonetos de la Muerte, 1914</li>
<li>Desolación, 1922</li>
<li>Lecturas para Mujeres, 1923</li>
<li>Ternura, 1924</li>
<li>Nubes Blancas y Breve Descripción de Chile, 1934</li>
<li>Tala, 1938</li>
<li>Antología, 1941</li>
<li>Lagar, 1954</li>
<li>Recados Contando a Chile, 1957</li>
<li>Poema de Chile, 1967</li>
</ul>
<p>Alguns de seus poemas mais conhecidos são:</p>
<ul>
<li>Piececitos de Niño</li>
<li>Balada</li>
<li>Todas íbamos a ser Reinas</li>
<li>La Oración de la Maestra</li>
<li>El Ángel Guardián</li>
<li>Decálogo del Artista</li>
<li>La Flor del Aire</li>
<li>Comer, Comer</li>
<li>Yo e tú</li>
</ul>
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